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O desafio de realizar cirurgias ao vivo e no exterior

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Sempre quando um cirurgião é convidado para realizar uma cirurgia ao vivo, surgem uma série de questões em sua mente:

Como são os equipamentos, o pessoal de apoio, o anestesista, a estrutura do hospital, etc.

O ditado popular futebolístico que diz: "jogar fora de casa não é a mesma coisa", pesa mais ainda quando se fala de cirurgia.

Talvez a maioria das pessoas nem pensem nisso, mas realizar uma cirurgia fora de seu ambiente é completamente diferente do que o mesmo procedimento em seu local de trabalho habitual.

Bom... Vamos acrescentar mais umas variáveis a essa equação: além da cirurgia ser em um local diferente, imaginem em outro país, com outra língua, outros costumes e ainda por cima a cirurgia ser filmada e transmitida para um grupo de especialistas na mesma área!!!

Quem já participou de eventos com cirurgias ao vivo sabe que muitos dos participantes, infelizmente, torcem para que ocorram "contratempos", apenas para ver como o cirurgião lida com essa situação. Isso gera um compromisso maior ainda.

Nesse momento, a experiência de mais de 10 anos nesse tipo de cirurgia faz a diferença! A concentração e serenidade para focar na cirurgia e não deixar a pressão da situação afeta-lo é a chave do sucesso.

Como diz o autor Malcolm Gladwell: "Receita para virar ‘gênio’: 10 mil horas de dedicação apaixonada"

Sempre fico muito feliz  por ter iniciado na videoartroscopia de quadril em 2001 e trabalhar amando o que faço!!!